ACERVO HISTÓRIA DO CINEMA é um projeto que oferece acesso à cerca de 500 filmes (DVD) considerados valiosos para a história do cinema mundial e apoio às reflexões acadêmicas nas mais diferentes áreas do conhecimento.
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Neste longa semi-autobiográfico, Federico Fellini joga luz sobre a pequena cidade italiana de Rimini na década de 30, retratando-a de acordo com suas lembranças de garoto. No período, o duce Mussollini acaba de assumir o poder na Itália. As experiências de Fellini são retratadas por meio do jovem Titta (Bruno Zanin). Muitos elementos presentes em outros filmes de Fellini reaparecem aqui, como a exuberância visual, um quê de sonho e fantasia e personagens estranhos e simpáticos, com destaque para a prostituta gorda e onipresente. O filme retrata também, com sensibilidade, o fascismo que toma conta da Itália naquela época. Ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1975.
Informações Técnicas Título no Brasil: Amarcord Título Original: Amarcord País de Origem: Itália / França Gênero: Comédia Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 127 minutos Ano de Lançamento: 1973 Site Oficial: Estúdio/Distrib.: Mais Filmes Direção: Federico Fellini
Zampanò é um grosso e insensível artista ambulante que, para ganhar alguns trocados, exibe-se nas praças das cidades do interior do sul da Itália, arrebentando correntes e mostrando sua força física. Sem endereço fixo, parece gostar do que faz. Dorme sempre ao ar livre, numa liberdade total.
Sua vida começa a mudar quando compra de uma pobre mulher, sua filha Gelsomina, que passa a ser sua assistente e com a qual acaba por manter uma vida de marido e mulher. Anteriormente, Zampanò já havia levado Rosa, irmã mais velha de Gelsomina, que morrera de modo não muito claro.
Muito maltratada pelo companheiro, ela nada sabe da vida. Com o passar do tempo, entretanto, torna-se uma boa profissional e insiste na relação por não querer que ele siga sozinho e acreditar que talvez, a seu modo, ele a ame.
Quando eles se juntam a um circo, Zampanò é ridicularizado por Louco, um equilibrista prodigioso, tornando-se seu rival. Por outro lado, Gelsomina inicia uma amizade com o equilibrista, de quem aprende que, apesar das humilhações por que passa, ela é uma jovem digna. Seu relacionamento com Louco termina por colocá-la em dúvida se foge ou não com ele.
Pouco tempo depois, entretanto, Zampanò ataca o equilibrista, resultando numa tragédia que trará conseqüências para todos os envolvidos.
Prêmios
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira
Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA
Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
Festival Internacional de Veneza, Itália
Prêmio Leão de Prata de Melhor Direção (Federico Fellini)
Prêmios Bodil - Copenhague, Dinamarca
Bodil de Melhor Filme Europeu
Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália
Prêmio Fita de Prata de Melhor Diretor de Filme Italiano (Federico Fellini)
Ficha Técnica A Doce Vida - (La Dolce Vita - Itália - 1960) Duração: 167 min. Direção: Federico Fellini Roteiro: Federico Fellini, Ennio Flaiano, Tullio Pinelli e Brunello Rondi Produção: Giuseppe Amato e Angelo Rizzoli Música: Nino Rota
A Doce Vida é a grande obra-prima do mestre Federico Fellini e também um dos maiores filmes da história do cinema. Roma, início dos anos 60. O jornalista Marcello (Marcello Mastroianni em desempenho memorável) vive entre as celebridades, ricos e fotógrafos que lotam a badalada Via Veneto. Neste mundo marcado pelas aparências e por um vazio existencial, freqüenta festas, conhece os tipos mais extravagantes e descobre um novo sentido para a vida.